domingo, 1 de março de 2009

Em minha folha branca, com um lápis e borracha, toda a expressão que um ser pode nela mostrar. O grafite riscando linhas horizontais, à escrever versos que de dentro saía. Coisas que não sabia, aprendendo cada vez mais o simples ato que nem sempre foi legalizado, onde muitos morreram, homens estes que choravam calados, pois proibidos foram de soarem barulho algum. Eis que sentimentos foram rascunhados apartir de então. Agradeça pois livre tu és. Escreva ! Tu és o que escreve, não o que lê!

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